CIDADANIA DIGITAL
O Ponto de Cultura Ypuarana realiza ações de cidadania e cultura digital, através de projetos e oficinas de produção cultural, audiovisual, artes integradas e cultura popular.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Alunos do PC Ypuarana registram a peregrinação da imagem da Padroeira de Lagoa Seca
Registrando tudo com equipe dos cursos e oficinas do Ypuarana Ponto de Cultura, reportagens de Joao Glestu e fotos de Arthur Cavalcante, Gracylete Cardoso. Aguardem os videos. Nesta sexta teremos a caminhada do Mineiro para a histórica capela do Amaragi.
domingo, 8 de julho de 2012
Pc Ypuarana promove Oficina de Xilogravura com o Josafá de Orós
O Ponto de Cultura Ypuarana levou as comunidades de Campinote e Manguape de Cima, nos meses de fevereiro e março de 2012 a Oficina de Produção em Xilogravura a partir de Temas
do Território. A oficina teve a duração de 30 hora/aula.| A Oficina foi ministrada pelo renomado artista plástico, xilográvo e profesor Josafá de Orós |
De acordo com o Ministrante da oficina Josafá de Orós, a xilogravura
é uma das mais importantes maneiras de expressão artística nordestina,
praticada na região desde as catequeses jesuíticas. Em termos históricos a
xilogravura sempre se apresentou como instrumento de comunicação eficiente,
seja no campo do fazer textual dos antigos livros, seja da ilustração de obras
como livros, o próprio folheto de cordel, como ainda hoje se pratica.
De um ponto de vista mais pragmático, a formação em xilogravura propiciada pelo curso possibilita ao indivíduo a produção de matrizes originais com diferentes títulos diretamente relacionados aos temas de sua vivência local, de maneira que poderá emprestar sua produção a diversos usos, podendo ser fonte geradora de renda e elemento fortalecedor das sutilezas identitárias territoriais. Caso bem ilustrativo e expressivo do fato foi o aproveitamento de xilogravuras produzidas pelo artista Antonio Lucena como adereço do filme Auto da Compadecida que teve parte das suas imagens rodadas no município de Cabaceiras.
O
advento de variados meios de comunicação e a facilitação do acesso durante toda
nossa modernidade (a informática, a fotografia, o processo of-set etc) pôs a
xilogravura, e não apenas ela numa profunda crise, seja enquanto meio
utilitário para ilustração de capas de livros e de folhetos, seja enquanto
instrumento de expressão artística propriamente. Ao considerar sua crise
contemporânea, cursos como estes acabam por contribuir diretamente para a
sobrevivência dessa forma de expressão estética, quando amplia o acesso a novos
praticantes dessa arte que segundo muitos historiadores é milenar desde a
Pérsia, Índia, China etc.
Confira abaixo um registro em vídeo da oficina
1º dia do III FIMUS
PC Ypuarana Colabora com o Festival Internacional de Música
| Orquetra de Câmara da UFCG |
| Emmanuela Leita entrevista Aluízio Guimarães, produtor cultural do Festival |
| Entrevista com Sidney Molina do Quaternaglia Guitar Quartet |
| Equipe do PCY: Hipolito Lucena, Maurício Angela Defensor, Erik Kleiver e Emmanuela Leite |
Por Emmanuela Leite, com www.reporteruniversitário.com.br
III Festival Internacional de Música de Campina Grande abre a temporada de música Clássica na cidade,que acontece até o dia 7. Músicos conhecidos no mundo inteiro à exemplo da Pianista norte-americana Karen Murphy e artistas de renome nacional encantam o público com repertório, canções e trilhas sonoras que tocam mente e alma não só dos fascinados pelos sons seculares,mas o público em geral que aprecia a boa música.
Por sediar uma das maiores festas populares do país a estação da musicalidade na cidade é palco para a diversidade dos gêneros musicais. Prova disso são os 31 dias de festividades juninas que sedem espaço para um festival dedicado a fortalecer a cultura da música clássica. No entanto em pleno cenário de comemoração do centenário de Luiz Gonzaga o evento contempla a vertente da música erudita aliada aos acordes da musica popular .
A atmosfera das orquestras em um espetáculo espalhado por diversos lugares da cidade que vão desde o Teatro Municipal Severino Cabral,ao Mosteiro das Clarissas e Auditorios da UEPB e UFCG, chama atenção dos músicos que se apresentam pela primeira vez no festival.“ Tem muito sentido essa descentralização do evento, pois reforça o interesse e o gosto que o público campinense tem perante a música clássica. O evento tem um potencial formador de público que surpreende.”Afirma o músico paulista idealizador do grupo Quaternaglia Guitar Quartet,Sidney Molina.
De acordo com Vladimir Silva, Diretor Artístico do Festival “ A ideia do evento é justamente contribuir para o fortalecimento da cultura e da música de boa qualidade”. Essa ideia também é compartilhada pelo Professor de Música da UFCG,Jean Márcio “O festival esta se consolidando a cada ano,não apenas na cena campinense, mas na consciência das pessoas que passam a valorizar uma cultura dos concertos que esta criando raízes na cidade.”
Aspectos que envolvem a dimensão social estão presentes no festival como é o caso da visita do grupo de adolescente "Os Meninos da Guabiraba" que estiveram na platéia assistindo o concerto musical do III FIMUS.Os jovens fazem parte do projeto de extensão e educação musical da UEPB, coordenado pelo Professor da instituição Jomar.
Por sediar uma das maiores festas populares do país a estação da musicalidade na cidade é palco para a diversidade dos gêneros musicais. Prova disso são os 31 dias de festividades juninas que sedem espaço para um festival dedicado a fortalecer a cultura da música clássica. No entanto em pleno cenário de comemoração do centenário de Luiz Gonzaga o evento contempla a vertente da música erudita aliada aos acordes da musica popular .
A atmosfera das orquestras em um espetáculo espalhado por diversos lugares da cidade que vão desde o Teatro Municipal Severino Cabral,ao Mosteiro das Clarissas e Auditorios da UEPB e UFCG, chama atenção dos músicos que se apresentam pela primeira vez no festival.“ Tem muito sentido essa descentralização do evento, pois reforça o interesse e o gosto que o público campinense tem perante a música clássica. O evento tem um potencial formador de público que surpreende.”Afirma o músico paulista idealizador do grupo Quaternaglia Guitar Quartet,Sidney Molina.
De acordo com Vladimir Silva, Diretor Artístico do Festival “ A ideia do evento é justamente contribuir para o fortalecimento da cultura e da música de boa qualidade”. Essa ideia também é compartilhada pelo Professor de Música da UFCG,Jean Márcio “O festival esta se consolidando a cada ano,não apenas na cena campinense, mas na consciência das pessoas que passam a valorizar uma cultura dos concertos que esta criando raízes na cidade.”
Aspectos que envolvem a dimensão social estão presentes no festival como é o caso da visita do grupo de adolescente "Os Meninos da Guabiraba" que estiveram na platéia assistindo o concerto musical do III FIMUS.Os jovens fazem parte do projeto de extensão e educação musical da UEPB, coordenado pelo Professor da instituição Jomar.
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